“Daí a relevância desse trabalho oferecido às letras jurídicas brasileiras, por João Ricardo Bet Viegas. Resultado da sua dissertação de mestrado, a obra aqui intitulada “O interesse legítimo e as relações de consumo: entre dados, equilíbrio e vulnerabilidade”, foi defendida no Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGD/UFRGS), tendo eu, a honra de ser seu orientador. Trata-se de contribuição original e meditada sobre o tema, resultado de significativo esforço de pesquisa do autor, mas também da sua capacidade de interpretação e reflexão sobre as dificuldades de precisão do conceito e sua aplicação. Neste ponto destaco como o olhar do autor e seu amplo horizonte cultural fazem a diferença na análise empreendida neste trabalho. O direito da proteção de dados está entre os temas em alta na literatura jurídica nacional. São muitas as publicações, e dentre elas, diversas de invejável valor científico. Outras, limitam-se a paráfrases da própria lei. É normal que assim seja com temas de grande interesse do momento. Daí o valor de localizar-se, na ampla gama de estudos a respeito, um trabalho como este que João Ricardo oferece à publicação.”
Editora: Editora Thoth
Categorias: Direito Civil

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#Direito da Proteção de Dados, #direito digital, #vulnerabilidade

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ISBN: 978-65-5959-533-4

IDIOMA: Português

NÚMERO DE PÁGINAS: 286

NÚMERO DA EDIÇÃO: 1

DATA DE PUBLICAÇÃO: Agosto/2023

“Daí a relevância desse trabalho oferecido às letras jurídicas brasileiras, por João Ricardo Bet Viegas. Resultado da sua dissertação de mestrado, a obra aqui intitulada “O interesse legítimo e as relações de consumo: entre dados, equilíbrio e vulnerabilidade”, foi defendida no Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGD/UFRGS), tendo eu, a honra de ser seu orientador. Trata-se de contribuição original e meditada sobre o tema, resultado de significativo esforço de pesquisa do autor, mas também da sua capacidade de interpretação e reflexão sobre as dificuldades de precisão do conceito e sua aplicação. Neste ponto destaco como o olhar do autor e seu amplo horizonte cultural fazem a diferença na análise empreendida neste trabalho. O direito da proteção de dados está entre os temas em alta na literatura jurídica nacional. São muitas as publicações, e dentre elas, diversas de invejável valor científico. Outras, limitam-se a paráfrases da própria lei. É normal que assim seja com temas de grande interesse do momento. Daí o valor de localizar-se, na ampla gama de estudos a respeito, um trabalho como este que João Ricardo oferece à publicação.”
SOBRE O AUTOR
AGRADECIMENTO
PREFÁCIO
LISTA DE ABREVIATURAS
INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1
A PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS E O CONSUMIDOR
1.1 Privacidade e proteção de dados pessoais
1.1.1 O direito à privacidade
1.1.1.1 O desenvolvimento do conceito de privacidade
1.1.1.2 A proteção constitucional da privacidade no Brasil
1.1.2 O direito à proteção de dados pessoais
1.1.2.1 O desdobramento ao direito à proteção de dados pessoais
1.1.2.2 O reconhecimento na ordem constitucional brasileira
1.2 Tratamento de dados pessoais e relação de consumo
1.2.1 Mercado de consumo e tratamento de dados
1.2.1.1 Os dados pessoais no consumo
1.2.1.2 A vulnerabilidade do titular-consumidor
1.2.2 O diálogo das fontes na proteção do consumidor
1.2.2.1 O diálogo das fontes
1.2.2.2 Pontos centrais nesse diálogo

CAPÍTULO 2
O INTERESSE LEGÍTIMO: CONCEITO, APLICAÇÃO E LIMITES
2.1 As hipóteses de tratamento de dados e a figura do interesse legítimo
2.1.1 Hipóteses legais de tratamento de dados pessoais
2.1.1.1 O modelo de proteção da LGPD e as bases legais
2.1.1.2 O consentimento em crise
2.1.2 Interesse legítimo: definição e utilidade
2.1.2.1 A definição do interesse legítimo
2.1.2.2 A utilização do interesse legítimo
2.2 Os contornos do tratamento de dados pessoais por interesse legítimo
2.2.1 Limitações na utilização da hipótese legal188
2.2.1.1 Limites do interesse legítimo
2.2.1.2 O teste do legítimo interesse
2.2.2 Limitações na relação de consumo
2.2.2.1 Anverso: proteger o vulnerável do interesse legítimo
2.2.2.2 Verso: o interesse legítimo para proteger o vulnerável

CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS
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