A primeira parte desse livro foi concebida para retornar às posições essenciais de Freud e de Lacan acerca das ideologias, em particular, daquelas que fazem apologia política de ações revolucionárias. É uma introdução ao questionamento das posições políticas adotadas pelos psicanalistas – sobretudo nas redes sociais – durante o período que precedeu e que sucedeu ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
Editora: EDITORA CRV
Categorias: Psicologia

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#Psicanálise, Ideologias Politicas, Subjetividade, Intervenções psicanalíticas

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ISBN: 978-85-444-2028-7

IDIOMA: Português

NÚMERO DE PÁGINAS: 184

NÚMERO DA EDIÇÃO: 1

DATA DE PUBLICAÇÃO: Editora CRV

A primeira parte desse livro foi concebida para retornar às posições essenciais de Freud e de Lacan acerca das ideologias, em particular, daquelas que fazem apologia política de ações revolucionárias. É uma introdução ao questionamento das posições políticas adotadas pelos psicanalistas – sobretudo nas redes sociais – durante o período que precedeu e que sucedeu ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Para problematizar a adesão cega e muitas vezes inimiga do diálogo da militância política que transpareceu nas redes sociais neste período, fomos conduzidos levantar os seguintes questionamentos. A psicanálise é politicamente conservadora ou progressista? É liberal ou antiliberal? É anarquista, advoga o direito à liberdade da pulsão e ao autismo do gozo com o sintoma singular de cada um? É marxista, comunista, socialista e considera que os direitos e deveres juridicamente definidos pelo Estado moderno nas sociedades liberais e democráticas não são os verdadeiros direitos humanos e sociais? Seria possível formular uma leitura da lei e da soberania do Estado de Direito moderno estritamente psicanalítica? A segunda parte consiste num retorno a questões essenciais acerca da ordem simbólica no século XXI, retomando os conceitos de estrutura, história, discurso e ética à luz da psicanálise. O encontro de Freud com o enigmático sintoma histérico consolida a partir de um posicionamento ético inédito, uma nova discursividade. A terceira parte atualiza esta nova discursividade, abordando a prática clínica diante dos efeitos subjetivos do simbólico no século XXI no modo de aparelhamento do corpo, da subjetividade e dos laços sociais.
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